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Prazo para responder a pesquisa de saúde termina amanhã (07)

Publicado em Destaque

Em parceria com o Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília (LPCT/UnB) a Fenajufe e a Fenajud estão propondo uma pesquisa sobre “Sofrimento e Adoecimento no Trabalho do Judiciário e MPU”. O prazo para a categoria participar da pesquisa termina amanhã (07). A ideia surgiu a partir da observação de fatores que estavam gerando adoecimento entre servidores no ambiente de trabalho. As causas desse adoecimento já foram estudadas e observadas em algumas pesquisas apresentadas em encontros nacionais e discutidas no seio da categoria.

 

A coordenadora da Fenajufe, Mara Weber, uma das organizadoras do projeto disse que a ideia foi amadurecida ao longo dos anos a partir das discussões e percepção do sofrimento e adoecimento da categoria.

“Temos percepções e relatos e dados de pesquisas realizadas por alguns sindicatos de base como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina. E são resultados, relatos e percepções bastante preocupantes, pois apontam um número elevado de sintomas osteomusculares relacionados ao trabalho e também um alto nível de sofrimento mental e casos se assédio, principalmente moral. Essas percepções, relatos e dados estaduais foram constituindo o convencimento da necessidade de termos na Fenajufe dados concretos sobre a saúde no trabalho de nossa categoria e a construção de um Observatório Nacional de saúde e também espaço de combate ao assédio moral e sexual no trabalho.”, conta Mara.

A pesquisa é constituída de aplicação de questionário e tem duração aproximada de 15 minutos. As perguntas são necessárias para constituir os dados científicos. Mara aponta que o número de respondentes é fundamental para a riqueza de dados ao final do trabalho.

“Queremos ter um banco de dados científico sobre a categoria para lutarmos junto aos Conselhos (CNJ, CJF, CSJT, CNMP) e TSE para reivindicarmos mudanças no modelo de gestão que forem necessários para garantir a saúde física e mental da categoria no trabalho. Mostrando dados concretos de adoecimento, situações de assédio e violência no trabalho. Por isso é fundamental a participação do maior número possível de servidores e servidoras e que as respostas sejam dadas de forma verdadeira e honesta a fim de que o resultado seja consistente.”, afirma Mara.

As respostas fornecidas à pesquisa estarão sob confidencialidade e serão de uso da equipe técnica da UNB, que tem longo histórico de atuação na Saúde do Trabalho e respeito nacional e internacional na área. Está garantido também o anonimato. A pesquisa também permite que o participante retire, a qualquer momento, seu consentimento em qualquer fase da atividade sem qualquer penalização ou prejuízo.

“A partir dos dados recebidos os pesquisadores liderados pela professora e pesquisadora Ana Magnólia e o Professor e pesquisador Emílio Farcas da UNB farão as interpretações conforme parâmetros técnico científicos e apontarão o modelo de gestão vigente no PJU e MPU e suas implicações na saúde física e mental dos servidores e servidoras e apontarão a necessidade de mudança ou não, conforme o resultado da pesquisa.”, explica Mara.  

Com a pesquisa, a Federação prevê gerar conhecimento sobre o trabalho e a saúde dos servidores do Judiciário e MPU, assim como espera divulgar os resultados da pesquisa em forma de relatório técnico. Segundo a coordenadora Mara o relatório final deverá ser apresentado para a categoria no próximo Congrejufe, que ocorrerá em abril de 2019. O material servirá de base para a colocação em prática do observatório nacional de saúde e o Fórum Nacional de Combate ao Assédio Moral e Sexual no PJU e MPU.

Para participar da pesquisa acesse o link (www.pesquisajudiciario.net).

 

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